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Paris II

Inconsciente ou conscientemente, no post “Paris” omiti um detalhe muito importante, o principal motivo de estar tão divida entre ir ou não ir.

: O João ainda mama…

(sim, sim esse pequeno ser independente que faz a faxina da casa e já tem quase 17 meses ainda mama!)

E uma coisa que eu aprendi com a maternidade é que tudo tem seu tempo e que não adianta forçar o processo natural das coisas, porque simplesmente não dá certo.

De um lado estava Paris, umas pequenas férias a dois, passear, namorar, acordar tarde…
Do outro lado estava o João e o mamá… Eu não queria colocar uma data pro desmame, não queria ter pressa para desmamar. Não achava justo, da noite pro dia, a mamãe e o mamá desaparecerem por 5 dias…

E no meio desse dilema, percebi que o João vinha mamando menos… O temido processo do desmame, que parecia um bicho de sete cabeças, já tinha começado e eu nem tinha me dado conta de tão preocupada que estava, decidindo quando e porque eu tinha que começar a desmamar.

Agora estamos na fase amamentação light… um dia sim outro não, ele é quem manda, a única regrinha é que de noite não tem mamá… No fim de semana passado ele resolveu não mamar, na segunda mamou duas vezes… e quando a mamãe não está ele nem lembra, mas quando a mamãe chega na maioria das vezes, depois dos beijos e abraços ele sempre quer alguma coisa mais.

Então ficou mais fácil decidir. Entrei em negociação com o super papa e volto um pouco antes do previsto… 2 dias menos, que na minha conta são 3 dias mais, já que dessa forma, os dias que estaremos lá, estarei tranqüila, desfrutando da viagem, do marido e de Paris.

E na volta beijos, abraços, o mamá e carinhos sem ter fim para o meu petit astronauta.

Sentimental

A mãe tirava a roupa da maquina de lavar, o super papa via televisão e o João estava no cadeirão assistindo desenho.

De repente se escuta um choro desconsolado… pai e mãe correm para saber o que tinha acontecido.

Cabeça de mãe, mais rápida que a velocidade do vento, já imagina toda a cena: ele.querendo.sair.do.cadeirão.sobe.na.mesa.caí.e.bate.a.cabeça.e… sorte que o curto trajeto até ele não dá tempo de dramatizar mais.

Ele continuava sentado no mesmo lugar, se debulhando em lágrimas.

– Que foi, filho? – pergunta a mãe, já com voz chorosa e sem entender nada.

Ele aponta pra telinha do computador, e ali estava o motivo do chororô.

Era a foca, a amiga do Pingu, que tinha enganchado a mãozinha e estava chorando, muito triste.

:::

Ai filho…. você cada dia se parece mais comigo.

Sono

Faz tempo eu queria falar do sono (ou a falta de) aqui no blog.
Primeiro porque dormir é fundamental, né? E também porque esse assunto foi (ainda será?) uma das minhas principais preocupações como mãe, e o que me fez duvidar muitas vezes se eu estava indo pelo caminho certo.

Agora que as noites estão mais estáveis, me sinto mais segura de falar sobre isso, mas já passamos por diversas fases de sono:

Como o João sempre mamou a livre demanda, nunca acordei ele pra amamentar, e durante os primeiros meses, ele tinha uma rotina mais ou menos determinada, dormia as 20:30, acordava umas ou duas vezes, mamava e dormia em seguida, até as 08:30 do dia seguinte. Estava orgulhosa de ter um filho que dormia bem e tinha certeza que se ele já dormia assim de pequenininho, quando ele fizesse 6 meses dormiria a noite inteirinha.

A gente tinha uma rotina legal, de Shantala, musiquinha, banho com papai, mamar e dormir…

Mas a medida que ele foi crescendo, foi ficando mais difícil seguir a rotina, ele já não queria massagem, o banho relaxante, virou momento bagunça, o único que continuava igual era que ele mamava e dormia.

Com 6 meses, introdução de sólidos, chegada dos dentinhos, mudança de casa, stress de mudança, férias, viagem, a não-rotina e vi o sonho de ter um bebê que dorme toda a noite esfumaçar-se. Ao invés de acordar cada vez menos, ele acordava cada vez mais…
E com 9 meses o João acordava quase a cada hora para mamar.

As noites mal dormidas, o cansaço, as opiniões alheias, e a impotência de não saber o que fazer… Tudo isso junto, me fazia duvidar, de que realmente eu estava fazendo a coisa certa. Era desesperador… mas quando eu chegava a esses picos de stress e cansaço, milagrosamente as coisas começavam a melhorar… Ainda não eram noites inteiras, mas já podia dormir 5 horas seguidas, as vezes 6, então já dava pra descansar um pouco e ter esperança de que tudo isso ia passar.

Com 1 ano, fomos de férias pro Brasil, as noites ali não eram assim tão maravilhosas, mas ele dormia na cama comigo e na maioria das vezes eu não sabia dizer, se ele tinha acordado ou quantas vezes.

A volta das férias, foi um pouco mais complicado… O banzo da chegada, voltar a dormir no quarto dele, acordar muitas vezes durante a noite e ver que outra vez a coisa piorava… Era desanimador!

Foi quando cedi a vontade do S.P. e tentamos ensinar o João dormir no berço, segundo o método Estivil, (Nana-nenê) foram 3 looooooongas noites de muito choro, ele chorava no berço e eu chorava na sala… Quando parecia que ele ia aprendendo e cada vez chorava menos, chegou um resfriado, febre, e claro, noites piores. Então desistimos do “treinamento”!
E eu me senti muito mais aliviada, porque sentia que quando deixávamos ele chorar de noite, ele me cobrava mais durante o dia, estava muito mais “carente” e exigindo atenção constante. Era cansativo levantar de noite para amamentar, mas muito pior era acordar e escutar o choro angustiado do filhote, querendo colo, durante minutos que pareciam infinito e ficar de braços cruzados. Me martelava a promessa que eu tinha feito de estar ao lado dele, de dia e de noite, pro que der e vier, hoje e sempre. Definitivamente “aplicar o método” não combinava com a ideia que eu tinha de “maternar” o meu pequeno.

Demos outra oportunidade ao curso natural das coisas…

Amamentava para dormir, colocava ele no berço, quando ele acordava vinha pra cama comigo… Esperamos curar o resfriado, e chegou a catapora, esperamos curar a catapora, e ele começou a dormir melhor e acordava cada vez menos.
Então comecei o desmame noturno, coloquei um colchãozinho no chão ao lado do berço e quando ele acordava, lá pras 4 da manhã, eu me deitava com ele no colchãozinho e a principio ele chorava um pouco e “exigia” mamar… mas logo só se enroscava comigo e voltava a dormir.
E assim… as noites foram melhorando cada vez mais, sinto que ele estava preparado para o desmame noturno, e eu também.

Já faz quase um mês que o filhote dorme bem, geralmente acorda as 6 ou 7 da manhã, então vem pra cama dos papais e dorme um pouquinho mais.
Sei que noites melhores virão… e piores também. Mas quase não me lembro mais do desespero que era quando ele acordava toda hora.

Já passou!

Ilustração Noemi Villamuza (Libro de Nanas)
Essa ilustração foi um presentinho de la madrina do João, já faz uns meses, quando a gente praticamete não dormia, pra nos desejar “felices -y profundos- sueños”.

Plantão do Astronauta


• Já faz mais ou menos uma semana que o nosso pequeno dorminhoco, dorme 9 horas seguidas.
Adormece as 21:00 (algumas vezes sem mamar), acorda as 06:00 vem pra cama dos papis e volta dormir até as 09 + ou -.
Aleluia!!

Super papa, pegou a catapora…
Infelizmente não teve a sorte que o João teve, e a dele não veio tão ligth.
Não é fácil ser adulto nessas horas.

• O vídeo da faxina, é uma obra de ficção qualquer semelhança com fatos da vida real é mera coincidência.

Faxina

Tudo Chega Tudo Passa

A comadre Bel um dia me falou: “Tudo chega e Tudo passa” e nunca melhor empregado quando se refere aos filhos.

Lembra aquela tosse do astronauta?
Passou…
O xarope caseiro funciona, viu? E recomendo!
E quando o filhote já estava recuperado da tosse e quase dormindo bem e comendo melhor:
Chegou a catapora…

Muitos e muitos beijos depois (recomendados pelas amigas que passam aqui no blog) a catapora também passou, tive a sorte que veio bem fraquinha, um dia chegaram as bolinhas e com os beijos, homeopatia e uma loçaozinha francesa (chique!): Passou... no outro dia já estavam cicatrizando e ele nem quis coçar. (a mamãe aqui também se segurou pra não tirar uma casquinha).
Mas mesmo com a catapora light, ele ficou uns dias, sem dormir direito, sem querer comer e sem ir pra escolinha… e quando chegou o dia de volta-as-aulas: Escândalo, choro, drama… que dura o tempo que os papais estão alí e depois “já está” : – Passou…

E das coisas que chegam e que passam:
Essa semana ele aprendeu a espernear, (oh céus!) mas também aprendeu a imitar o Pocoyo dançando (uma graça!), está encantado com os livros e descobriu que adora formula 1, ficou 15 minutos vidrado na televisão imitando os pilotos e fazendo brummmmm. Voltou a dormir melhor, (só acorda UMA vez, durante tooooda noite), mas também voltou a rejeitar a comida, e enquanto não volta a paciência da mamãe, já não faço malabarismos pra que ele coma.

Vai passar…

O Astronauta

Carrinho X Sling

Hoje vi uma reportagem que comparava um modelo de carrinho de bebê de alta tecnologia com um foulard porta bebês (ou sling). Realmente um contraste poderoso entre a tecnologia e o contato materno. No vídeo, os dois lados da moeda defendem suas vantagens e expõem as desvantagens do outro lado, como si uma coisa não pudesse ser compatível com a outra.
Achei interessante a reportagem, mas não concordo que escolher um implica renunciar o outro. Acho que todas as maneiras de levar o bebê, são compatíveis entre si, e tendo provado umas quantas formas, posso dizer que cada uma é a melhor maneira, dependendo do momento, do lugar e até do estado de espírito do bebê ou da mamãe.
Do segundo ao terceiro mês do João, a melhor maneira de carrega-lo foi o sling, optamos pelo modelo Pouches Hotslings.
Me lembro que a primeira vez que o usei, parecia um objeto milagroso, que me permitia sair com o meu bebê sem me desesperar quando ele acordava chorando e queria mamar, eu não tinha nenhum problema em amamentar em qualquer lugar que fosse preciso, mas em pleno inverno era mais complicado, com o sling e roupa adequada eu conseguia amamentar enquanto passeava e com o balancinho ele acabava dormindo de novo.
Mas, a verdade é que a empolgação não durou muito tempo, o pequeno crescia rapidamente, o modelo escolhido não tinha aros, nem ajustes e muitas vezes era difícil encontrar a posição ideal, não sentia que ele estava confortável, eu não estava tranqüila e mudamos.

Comecei a usar o canguru ou mochila.
A principal vantagem é que vesti-lo é muito mais prático e também por suas características e ajustes te permite mais movimentos com o bebe (na minha opinião: com mais segurança), facilitando a vida da mãe nas tarefas diárias. Foi usado e aprovado também pelo “papa”, que o usou infinitas vezes para fazer o João dormir. (e o continua usando até hoje…).

Seguindo a linha sling, quando o pequeno tinha uns 6 meses me senti mais segura para provar o foulard, os metros de tecido e escolher a tua maneira de “amarrar” o bebê enquanto não se acostuma, pode parecer uma idéia mirambolesca. Mas depois que se pega a pratica é uma delícia, alem de super estiloso. Ocupa menos espaço que o canguru, (vantagem para as viagens) e é o meu preferido quando saio de casa para passear ou quando levar o carrinho não seja viável. Vem com um manual explicando, passo a passo, as diversas formas de levar o bebê e os diferentes tipos de nós.

Mas nem sempre é possível estar todo o tempo com o bebê pendurado, as vezes o carrinho é muito mais pratico e inclusive cômodo para os pais e para o pequeno.
Para passeios mais longos, para ir comprar, comer fora quando ele ainda não fica na cadeirinha, e logo ter um lugar pra ele fazer uma soneca, o carrinho é a melhor opção.
Não foi fácil escolher um modelo com tantas ofertas, mas pesquisando e comparando, optamos pelo Bugaboo Camaleon. Fácil de conduzir, versátil, com um cesto de compras espaçoso, sistema modular 3×1, é um todo terreno que dá pra usar na cidade, praia ou campo e também tem a vantagem de poder adaptar a cadeira do carro (Maxi cossi) na estrutura do carrinho (muito util). Eu adoro!

O ideal é poder tirar proveito do melhor de cada coisa, ou de todas juntas e adaptando ao teu estilo de vida. E você o que acha?

O link da reportagem aqui:

Antes de ser mãe

Antes de ser mãe eu dizia que nunca, jamais, nem sob decreto eu iria insistir e forçar o meu filho a comer.
Quer comer? Bem! Não quer? Problema dele.

hahaha

***

A verdade é que forçar eu não forço, mas com o pequeno já a quase uma semana sobrevivendo do ar, de algumas poucas mamadas e insignificantes colheradas de comida eu insisto…

Na verdade, não só insisto, por duas ou três colherzinhas mais, eu canto, danço, coloco vídeos, peço por favor, peço peloamordedeus, finjo que vou comer a comida dele todinha, finjo que o papai vai comer, finjo que dou para a Preta, troco o prato amarelo pelo azul, o azul pelo vermelho, coloco um pouco de azeite, um pouco de queijo ralado, mais um pouco de amor, faço aviãozinho, faço imitações, faço chantagem, deixo ele me ajudar com a colher, deixo ele pegar a colher sozinho, deixo ele fazer bagunça com o prato, rezo e assumo o quão ignorante eu era antes de ser mãe, de tudo que se refere ao mundo materno.

***

Delícias

PICOLÉ CAPELINHA

Sabores por ordem de preferência:
– Coco, tapioca, cajá, amendoim, graviola, jaca, umbu, mangaba, goiaba, siriguela, caju, manga, leite condensado, morango, chocolate, …

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Online

Hoje de manhã liguei o computador e descobri uma conexão aberta de internet.
E deslumbrada com a descoberta fui dar uma espiada nos meus blogs favoritos…
Enquanto lia um excelente post do Mamíferas: “Bagunça e sujeira fazem bem”, me desconectei do Astronauta por alguns minutos e olha só no que deu:

E se você também se diverte com uma boa bagunça meleca, o texto completo aqui.

News

Mil coisas pra contar… mas com a inspiração de férias, um calor “de muerte”, sem internet em “casa”, me conectando algumas vezes desde a barraca de praia enquanto tomo uma cervejinha estupidamente gelada e com um bebê de 1 ano 1 mês e 23 dias que não para quieto nem quando está dormindo… Fica difícil se concentrar e colocar as novidades em dia…

Mas aqui estou eu… na tentativa…

Uma das novidades é o primeiro galo do João.


Ele caiu, pelo ploc e pelo choro, dava pra perceber que tinha machucado de verdade.
Ainda bem que o super papa estava por perto, porque quando eu vi o galo que tinha aparecido na testa do João a única coisa que eu podia fazer era chorar junto com ele… enquanto o papai buscava o gelo e tentava consolar aos dois. . Passado o susto inicial, a vontade de ir correndo pro hospital e de perguntar mil vezes se era normal um galo tão tão grande… fomos nos acalmando…
Mas a mamãe que estava super orgulhosa do pequeno caminhador, agora morre de saudades de quando ele só engatinhava…

E agora estamos na reta final das férias… as ultimas semanas basicamente fomos pra praia, cada santo dia de manhã bem cedinho, fazemos uma sonequinha ao meio dia e depois voltamos pra praia no final da tarde…

E com algumas tentativas de mudar a rotina…
Tentativa de ver a Lavagem do Bonfim.

Tentativa de passar um dia no parque, mas a única atividade que podíamos fazer com o João só funcionava de quinta a domingo e era segunda-feira.

Fomos ver o Projeto Tamar na Praia do Forte, e passar uns dias por lá.

E na volta, aproveitamos o carro alugado e fizemos tour turístico por Salvador…

E no mais, tudo em paz!

Aproveito pra mandar uns recadinhos…

Muitos beijos pra minha família de cá e de lá.

O João manda beijos pra Dinda y para la madrina.

Fabiola – Te respondo assim que voltar, me add no orkut pra gente combinar de se encontrar em Barna. Ok?

Renata – Obrigada pelo selinho, vou ler com atenção e assim que puder respondo. Beijo.

Para meus amigos soteropolitanos, embarco de volta ao frio dia 30, quem quiser fazer programinhas diurnos até lá, deixa um recadinho.

E pra todos vocês um beijo grande e até

Passinhos II

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Na fazenda

Fomos passar o fim de ano em uma fazenda…
No começo o João nem queria colocar os pezinhos na terra, nem na grama… mas não demorou muito pra se acostumar e logo não tinha quem parasse o garoto… Dava gosto vê-lo todo sujinho, andando, caindo, levantando e se arrastando pelo chão.
Ele adorou as galinhas e as vacas, ficava com os filhos do caseiro como se os conhecessem de toda vida, brincou com os cachorros da fazenda e comeu fruta do pé.

Se comportou muito bem na trilha pra cachoeira e nem reclamou do mergulho na água gelada.
Aprendeu que as vaquinhas fazem muuuh e chamava as galinhas abrindo e fechando a mãozinha.
Chorou menos, brincou sozinho, comeu de tudo e dormiu cada dia melhor… Melhor até que a mamãe urbana que ficava com paranóia de bichos e mosquitos…

Foram uns poucos dias de vida no campo, que parece que o fez crescer um pouco mais e o deixou mais solto, mais livre e mais feliz.
Sem dúvida, a melhor maneira de começar o ano, pro João. E pros papais, rodeados de pessoas legais e um lugar maravilhoso.
(obrigada Jorge!)

Calundu

Segundo o Aurélio, a palavra: Calundu, tem origem africana e vem da palavra kilundu, que é um ente sobrenatural que dirige os destinos humanos entrando no corpo de uma pessoa, a torna triste, nostálgica, mal-humorada.

O João, algumas vezes, quando contrariado, se joga (cuidadosamente pra não se machucar), deita com a cabeça no chão e começa a chorar…

Mas depois deste pequeno “calundu” lá na fazenda, 10 segundos deitado com a cabeça na terra… ele aprendeu que não é em qualquer lugar que se pode fazer birra.

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Comidinha brasileira

Os primeiros dias no Brasil, o João não quis comer quase nada…
Só aceitava papinha de frutas e mamar, fiquei preocupada porque ele estava bem magrinho e comia muito pouco, mas felizmente a greve de fome não durou muito, e o pequeno astronauta voltou a comer bem e rapidamente recuperou o peso perdido.

Nessas 3 semanas, o filhote gringo, mais brasileiro que nunca já provou e aprovou:
Água de coco, manga, umbu, seriguela, suco de maracujá e caju, cuscuz de milho e de tapioca, caldinho de feijão, sopinha com chuchu, comidinha com coentro, beiju, sequilhos de polvilho, picanha, farofa, arroz com feijão, pão de queijo, chazinho da vovó, caldo de cana…

Com o babador de férias, ele experimentou, se lambuzou e adorou a comidinha brasileira, e a gente se deliciou de vê-lo desfrutando tanto de comer.

O blog estará alguns dias desconectado, vamos passar uns dias na fazenda de um amigo, em 2009 volto aqui pra contar as aventuras do Astronauta no meio do mato.

Feliz Ano Novo!!!

Um beijo.

Flávia

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