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SónarKids III

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A proposta é fantástica:

o SonarKids está pensado para que pais e filhos desfrutem da música, da arte e das novas tecnologias de maneira original e inovadora.

Concebido para a nossa geração, a geração de pais que buscam a formula de conciliar e compartilhar hobbies e paixões, que querem “apesar de serem pais” continuar indo a shows, exposições, viagens e desfrutar de tudo isso com seus filhos.

O espaço é incrível, impossível não lembrar de anos atrás, quando não existia the kid, e que a única finalidade era “pasarlo de puta madre”. (e fazendo memória do que já passou, na minha atual versão: mãe, me preocupo com que o pequeno poderia encontrar naquela grama sintética. Oo).

Como o marido estava fora, intimei a dinda a ir com a gente, chegamos cedo, um amigo abriria o festival, Dj Amarelo e nada melhor que musica brasileira de primeira qualidade para entrar no clima.
Aproveitamos que ainda estava vazio e levamos o pequeno no minicircuito de skate… fomos encontrando amigos no caminho, a Renata/Aldo/Murilo from Brasil, a Vanessa e o Max, alguns coleguinhas do colégio…

Tinha várias coisas legais, como o workshop de DJ, contos musicais, cinema de animação… Mas a maioria das atividades tínhamos que entrar numa fila enorme, e como faz para ficar na fila com um garotinho de 3 anos ligado no 220w?

Acabamos ficando a maior parte do tempo, no gramado, tomando cervejinha e batendo papo nos intervalos de correr atrás do pequeno que insiste em ser independente e em conhecer o mundo sozinho.

Comparado com os outros anos, achei ainda mais difícil participar das atividades por conta do tamanho das filas, inversamente proporcional ao tamanho da ludoteca (espaço de jogos), que alem de ser menor este ano, estava super ocupado por pais folgados deitados no chão, o som não estava lá essas coisas…

O resultado foi que me diverti e me estressei em proporções iguais.

Me estressei porque ainda esqueço que o mínimo que poderia esperar do João com tantos (demasiados para a idade dele?) estímulos é que ele estivesse mais ansioso e excitado que o normal, que com 3 anos é dificil curtir ficar sentado na grama e escutar a musica… o legal é sair correndo, tirar foto do evento, comer batata frita, correr, dançar, pular, brincar, querer ir 5x no circuito de skate, se perder e se achar e tudo·ao·mesmo·agora!

Fotos do festival:

Fotos: João ©todos los derechos reservados ;)
hoje ao buscar o pequeno na escola, algumas mães me avisaram que tínhamos saído no jornal local.
Pra quem tem curiosidade de escutar o catalão, ou de saber mais do sonarkids é uma reportagem curtinha, mas explica bem o festival,
e aparecemos 2 segundinhos no final, lá pro minuto: 1:30 depois do comercial.
link TV3

Orgulho da mãe em 25′

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Esses dias a professora do João me comentou que ele foi um dos primeiros da classe em escrever seu nome. Fico (ainda mais) orgulhosa porque ele é um dos petits da sala, nasceu em dezembro, e com 3-4 anos ainda dá pra notar uma diferença grande entre os que nasceram no começo do ano, para os do final.

Mas sem querer tirar o mérito da professora (que é ótima) contei pra ela que ele aprendeu a escrever seu nome nas férias no Brasil, primeiro a gente brincou algumas vezes de encontrar as letras no teclado, e rapidamente ele já sabia escrever o nome dele, com til e tudo mais e em teclado espanhol (que não tem o til). Daí pra brincar de escrever o nome na areia da praia foi um pulo… e de tentar no papel outra brincadeira.

Pena que não temos video das nossas “escrivinhanças” na praia e as primeiras letras do petit…

Mas pra ficar registrado:

Orgulho da mãe em 25 segundos

 

 

Parte 3 : Vale do Capão

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Depois do Natal em família, seguindo a rota pre-estabelecida, fomos passar uns dias na Chapada Diamantina, mais precisamente no Vale do Capão.

É difícil explicar com palavras o porque, o Capão é um lugar único. Acho que um ponto importante é pela diversidade das pessoas que passam (e ficam) por ali, pela comunidade formada e sua força cultural, pela riqueza da natureza local, a beleza das montanhas, rios e cachoeiras. E claro! Pela energia do lugar, que dizem – para quem acredita -  provém das montanhas cheias de quartzos e cristais que rodeiam o vale… Seja como for… O Vale do Capão tem alguma coisa especial que alimenta a vontade de ficar mais tempo.

O capão é um desses raros lugares no mundo que ainda não pega celular, mas paradoxalmente tínhamos wifi no chalezinho que alugamos… Têm casas que ainda não tem luz elétrica, algumas pessoas lavam a roupa no rio e cozinham em fogão de lenha (por opção).
O vale oferece opções culturais digno de uma cidade grande, com cursos de todo tipo, desde musica, idiomas (inglês, espanhol, alemão entre outros), curso de construção biodinamica (oi?), de circo, pintura, yoga, massagem…. Um lugar sem transito, nem poluição e nem violência, com contato direto com a natureza… e um montão de estimulos do bem. Um ótimo lugar para uma criança crescer.

Chegamos no dia 30 de dezembro, para passar 10 dias, pensando que seriam suficientes pra cansar do meio do mato e ter vontade de sair correndo de volta à civilização… Mas a verdade é que ficamos com gosto de quero mais e se o pequeno não tivesse pegado uma virose nos últimos dias, com certeza tínhamos prolongado uns dias mais.

O tempo que ficamos foi suficiente pra fazer de tudo um pouco, (dentro dos limites de viajar com uma criança de 3 anos, és clar). Desde a cansativa (e divertida) trilha que fizemos com uns amigos e durou mais de 5 horas (ida e volta) com o João pulando de ombro, a colo e à costas, até o relaxante banho de cachoeira e de rio. Também teve apresentação de capoeira, jantar na casa de amigos, tomar cerveja na vila e encontrar catalães por lá… yoga, meditação e até teatro… uma interpretação de “el principito” no circo do capão, que o João amou.

Isso sem contar das delicias das comidinhas de lá, o luxo de comer sem luxo, mas com produtos da região, naturais, saudáveis e gostosos. A comida caseira da D. Beli, o café da manhã com pão na chapa (integral e caseiro) e queijo, a coxinha de palmito de jaca da praça e a mais famosa e deliciosa pizza do mundo mundial. a pizza do capão.

Eu gosto tanto dessa pizza que ela merece até um paragrafo próprio. O local da pizzaria é super agradável e o cardápio fácil de escolher, só tem um sabor salgado e um doce. O salgado é mais ou menos assim: pizza integral, tomate, queijo, pesto de azeitonas, e cenoura. O toque especial vem das gotinhas de pimenta com mel. É de comer rezando. juro!

E assim, foi passando os dias… entre pizzas e caminhadas… Inventávamos brincadeiras pro filhote andar cada vez um pouquinho mais, brincávamos de achar as cores do arco-íris, de tocar naquela plantinha que fecha as folhas, descobríamos os animais e as flores. Na hora da soneca da tarde, brincávamos de identificar o barulho dos bichos, dos pássaros, do galo, do grilo…

Foi uma viagem cheia de primeiras vezes pra ele que nunca tinha tomado banho de cachoeira, nem de rio, nem visto um vagalume, nem um mico… E apesar de que no finalzinho ele já estava com vontade de voltar pra casa da tia Alê.. tenho certeza que essa viagem vai ficar na memória.

 

3 ANOS

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Desejos para o Astronauta, no seu aniversário de 3 anos.

Músicas:  (Igloo – Karen O And The Kids - All Is Love – Karen O And The Kids)

Se tiver problemas para visualizar o video, clica aqui

desculpas, teorias, video e até breve

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Estou trabalhando num projetinho que anda dominando meus pensamentos e ideias, por isso a falta de posts elaborados, comentários e visitas nos bloguinhos amigos. Sorry…

Lembram da série que fiz sobre birras? Pois é ultimamente estamos colocando (ou tentando colocar) em prática aquelas super dicas de como lidar com as birras….  Tanto,  que tenho fragmentos de um post arquivado em algum lugar da minha cabeça, teorias… sobre teoria x prática, que quero resgata-la em breve (espero encontra-la quando chegue o momento) e dividi-la com vocês.

Enquanto isso… deixo mais um video engraçadinho da versão músico (e da versão gostosa) do meu petit.

Até breve!!

Quiz (a resposta)

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Antes que o filhote leia os comentários e crie um trauma do tipo: “ninguém me entende”… Vou logo assumindo minha parte de culpa. Afinal, podia ter dado mais pistas, podia ter explicado que a musica é do Bob Marley, mas ele estava cantando a versão do Gil… acho que isso explicaria tantos Uhus e facilitaria a adivinhação.

Mas mesmo assim, a Jussara, a Sofia, a Mari e a Natalia acertaram. Parabéns meninas! Mandaram muuuito bem!

Essa brincadeira me fez lembrar um post que faz tempo que estou querendo escrever sobre como é difícil entender uma criança que aprende 3 idiomas a la vez, português, catalão e castelhano (sem contar o inglês, que ele canta muito bem, cof cof cof). Mas vou deixar pra volta, já que estamos indo passar uns dias na Itália, assim ele refresca a memoria dos diálogos em italiano com os primos… e bagunçamos um pouco mais a cabecinha do nosso petit poliglota.

Arrivederci!

Pra quem ficou curiosa coloco o video com a musica original de fundo, pra não ter erro!