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Pra ficar registrado

Quando ainda era um bebezinho ele dormía 2/3 da noite no mini-berço ao lado da nossa cama e na segunda mamada, já de madrugada, quase sempre acabava ficando na cama com a gente e acordávamos juntinhos…

Com 8 meses ele foi dormir no quarto dele e fazíamos “viagens” de ida e volta do quarto dele para o nosso (as vezes poucas e outras vezes muitas) durante toda noite.

Com 1 ano e 3 meses mudamos a rotinazinha que tínhamos na hora de dormir: trocamos o infalível método peito e colo, por um colchãozinho ao lado do berço, historinhas, carinhos sem ter fim e um super cuidado pra ele não acordar ao sair do quarto.

Com 1 ano e 4 meses, ele finalmente começou a dormir a noite toda. (Aleluia!) E de lá pra cá foram infinitas histórias contadas por mim, pelo pai e pelo próprio, naqueles 30 minutos (as vezes mais) de pré-sono, e tiveram noites de pegar no sono agarradinhos, noites de morrer de rir ao escuta-lo contar como foi o seu dia, noites de “hoje não tô afim, dorme logo porelamordedios“, noites de ficar fazendo cócegas só pra escutar aquela risada deliciosa, noites e noites e noites.

E só pra ficar registrado, com 2 anos e 8 meses, o filhote dorme sozinho, (so-zi-nho!) ele dá boa noite, eu ou o pai o acompanhamos até a cama, perguntamos se ele quer um copo de leite, quase sempre diz que sim, algumas vezes quer que a Preta fique no quarto com ele, outras quer dormir com a vaquinha, ou o hipopótamo, algumas vezes não quer nada e nos dá um beijo de boa noite, deita e dorme.

Fim

Foto de Arquivo: Março/2010

Ele

está cada dia mais “falante e crescido”, brinca e sobe e desce e pula e ri e canta e dança e chora e aprende e aprende e aprende, diariamente…

Ele adora inspecionar meu nariz e morder o meu queixo e sempre me dá muitos beijos e abraços e tapinhas nas costas. Não entende a frase “espera um pouco que agora estou ocupada”, mas sempre me ajuda nos afazeres domésticos, é o colocador oficial da pastilha da maquina de lavar louça, não é muito comilão, mas adora fruta, sabe as gavetas que não se pode abrir, sabe os livros que não se pode tocar… mas as vezes “esquece”.
Ele vai pra escola de bicicleta, e já sabe que só pode atravessar a rua quando o “homenzinho” está verde, e repete a exaustão, “vêdi si, melho no, vêdi si, melho no…” .
Ele sempre busca a lua no céu e adora quando encontra as estrelas…

Ele não gosta de dormir sozinho então me deito com ele, e esperamos o sono vir e se eu saio do quarto ele me chama, e aponta com o dedo o lugar que ele quer que eu me deite, ali do seu lado… e ele segura minha mão, e antes de fechar os olhinhos me dá beijos e sorri e eu sorrio também e lembro que não quero esquecer que eu as vezes reclamo e me canso… mas amo, amo infinitamente esses nossos momentos.
Porque ele é minha fonte de alegria… diariamente!

contando…

Fim de tarde… o pequeno não tinha feito a soneca do dia, e perambulava sonolento pela casa, depois de uma sequência de tropeçar com o nada, cair da “moto” e ser atropelado pela caixa de brinquedos, ele chorava desconsolado…. Mamãaaaaaaaaeeeeeee
A mamãe vem ao resgate, pega no colo, dá uns beijos curativos e fala:
- “conta pra mamãe o que acontece quando o João não faz a soneca da tarde. Conta:
E ele levantado os dedinhos, começa a contar:
- Uno, tês, uno, déééiz…

Sono

Faz tempo eu queria falar do sono (ou a falta de) aqui no blog.
Primeiro porque dormir é fundamental, né? E também porque esse assunto foi (ainda será?) uma das minhas principais preocupações como mãe, e o que me fez duvidar muitas vezes se eu estava indo pelo caminho certo.

Agora que as noites estão mais estáveis, me sinto mais segura de falar sobre isso, mas já passamos por diversas fases de sono:

Como o João sempre mamou a livre demanda, nunca acordei ele pra amamentar, e durante os primeiros meses, ele tinha uma rotina mais ou menos determinada, dormia as 20:30, acordava umas ou duas vezes, mamava e dormia em seguida, até as 08:30 do dia seguinte. Estava orgulhosa de ter um filho que dormia bem e tinha certeza que se ele já dormia assim de pequenininho, quando ele fizesse 6 meses dormiria a noite inteirinha.

A gente tinha uma rotina legal, de Shantala, musiquinha, banho com papai, mamar e dormir…
Mas a medida que ele foi crescendo, foi ficando mais difícil seguir a rotina, ele já não queria massagem, o banho relaxante, virou momento bagunça, o único que continuava igual era que ele mamava e dormia.

Com 6 meses, introdução de sólidos, chegada dos dentinhos, mudança de casa, stress de mudança, férias, viagem, a não-rotina e vi o sonho de ter um bebê que dorme toda a noite esfumaçar-se. Ao invés de acordar cada vez menos, ele acordava cada vez mais…
E com 9 meses o João acordava quase a cada hora para mamar.

As noites mal dormidas, o cansaço, as opiniões alheias, e a impotência de não saber o que fazer… Tudo isso junto, me fazia duvidar, de que realmente eu estava fazendo a coisa certa. Era desesperador… mas quando eu chegava a esses picos de stress e cansaço, milagrosamente as coisas começavam a melhorar… Ainda não eram noites inteiras, mas já podia dormir 5 horas seguidas, as vezes 6, então já dava pra descansar um pouco e ter esperança de que tudo isso ia passar.

Com 1 ano, fomos de férias pro Brasil, as noites ali não eram assim tão maravilhosas, mas ele dormia na cama comigo e na maioria das vezes eu não sabia dizer, se ele tinha acordado ou quantas vezes.

A volta das férias, foi um pouco mais complicado… O banzo da chegada, voltar a dormir no quarto dele, acordar muitas vezes durante a noite e ver que outra vez a coisa piorava… Era desanimador!

Foi quando cedi a vontade do S.P. e tentamos ensinar o João dormir no berço, segundo o método Estivil, (Nana-nenê) foram 3 looooooongas noites de muito choro, ele chorava no berço e eu chorava na sala… Quando parecia que ele ia aprendendo e cada vez chorava menos, chegou um resfriado, febre, e claro, noites piores. Então desistimos do “treinamento”!
E eu me senti muito mais aliviada, porque sentia que quando deixávamos ele chorar de noite, ele me cobrava mais durante o dia, estava muito mais “carente” e exigindo atenção constante. Era cansativo levantar de noite para amamentar, mas muito pior era acordar e escutar o choro angustiado do filhote, querendo colo, durante minutos que pareciam infinito e ficar de braços cruzados. Me martelava a promessa que eu tinha feito de estar ao lado dele, de dia e de noite, pro que der e vier, hoje e sempre. Definitivamente “aplicar o método” não combinava com a ideia que eu tinha de “maternar” o meu pequeno.

Demos outra oportunidade ao curso natural das coisas…

Amamentava para dormir, colocava ele no berço, quando ele acordava vinha pra cama comigo… Esperamos curar o resfriado, e chegou a catapora, esperamos curar a catapora, e ele começou a dormir melhor e acordava cada vez menos.
Então comecei o desmame noturno, coloquei um colchãozinho no chão ao lado do berço e quando ele acordava, lá pras 4 da manhã, eu me deitava com ele no colchãozinho e a principio ele chorava um pouco e “exigia” mamar… mas logo só se enroscava comigo e voltava a dormir.
E assim… as noites foram melhorando cada vez mais, sinto que ele estava preparado para o desmame noturno, e eu também.

Já faz quase um mês que o filhote dorme bem, geralmente acorda as 6 ou 7 da manhã, então vem pra cama dos papais e dorme um pouquinho mais.
Sei que noites melhores virão… e piores também. Mas quase não me lembro mais do desespero que era quando ele acordava toda hora.

Já passou!

Ilustração Noemi Villamuza (Libro de Nanas)
Essa ilustração foi um presentinho de la madrina do João, já faz uns meses, quando a gente praticamete não dormia, pra nos desejar “felices -y profundos- sueños”.

Plantão do Astronauta


• Já faz mais ou menos uma semana que o nosso pequeno dorminhoco, dorme 9 horas seguidas.
Adormece as 21:00 (algumas vezes sem mamar), acorda as 06:00 vem pra cama dos papis e volta dormir até as 09 + ou -.
Aleluia!!

Super papa, pegou a catapora…
Infelizmente não teve a sorte que o João teve, e a dele não veio tão ligth.
Não é fácil ser adulto nessas horas.

• O vídeo da faxina, é uma obra de ficção qualquer semelhança com fatos da vida real é mera coincidência.

Tudo Chega Tudo Passa

A comadre Bel um dia me falou: “Tudo chega e Tudo passa” e nunca melhor empregado quando se refere aos filhos.

Lembra aquela tosse do astronauta?
Passou…
O xarope caseiro funciona, viu? E recomendo!
E quando o filhote já estava recuperado da tosse e quase dormindo bem e comendo melhor:
Chegou a catapora…

Muitos e muitos beijos depois (recomendados pelas amigas que passam aqui no blog) a catapora também passou, tive a sorte que veio bem fraquinha, um dia chegaram as bolinhas e com os beijos, homeopatia e uma loçaozinha francesa (chique!): Passou... no outro dia já estavam cicatrizando e ele nem quis coçar. (a mamãe aqui também se segurou pra não tirar uma casquinha).
Mas mesmo com a catapora light, ele ficou uns dias, sem dormir direito, sem querer comer e sem ir pra escolinha… e quando chegou o dia de volta-as-aulas: Escândalo, choro, drama… que dura o tempo que os papais estão alí e depois “já está” : – Passou…

E das coisas que chegam e que passam:
Essa semana ele aprendeu a espernear, (oh céus!) mas também aprendeu a imitar o Pocoyo dançando (uma graça!), está encantado com os livros e descobriu que adora formula 1, ficou 15 minutos vidrado na televisão imitando os pilotos e fazendo brummmmm. Voltou a dormir melhor, (só acorda UMA vez, durante tooooda noite), mas também voltou a rejeitar a comida, e enquanto não volta a paciência da mamãe, já não faço malabarismos pra que ele coma.

Vai passar…