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NÃO VAI PASSAR!

Ei petit astronauta!

No mundo da maternidade tem um velho mantra que diz que “Vai passar!”…

TUDO CHEGA E TUDO PASSA, tá escrito num cartão de aniversário que Dinda fez pra mamãe no aniversário dela de 30 anos… quando você ainda nem existia.

Que grande são essas palavras, porque acreditando nelas, passamos juntos o primeiro mês, a crise dos 3 meses, a dos 8 e a dos 14. Superamos a tal angustia da separação, a fase do colo full time, as noites intermitentes, a fase do grude, a fase do meu, os terribles twos (ops… esse ainda não está totalmente superado)…

mas, é bem verdade… Tudo chega e tudo passa!

VAI PASSAR…

Só que tem coisas que não importa o tempo que passe, não passam…

A emoção que sinto de te ver crescer, é uma delas.

 Essa emoção cresce a cada dia um pouco mais!

E o AMOR!

ah…. o amor!

O amor que eu sinto por você, filho…

Esse…. NÃO VAI PASSAR… nunca!

o meu amigo Mickey Mouse

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Já faz tempo o João descobriu “la casa de Mickey Mouse” e foi amor ao primeiro desenho,
Desde então o Mickey virou mais do que o personagem preferido, virou o ídolo, o confidente o amigo invisível.
Algumas vezes flagrei ele no telefone “ligando” para o Mickey para contar a ultima novidade, ou aquela vez, que o vi na frente do computador mostrando ao desenho a pantufa nova que ele tinha ganhado.
Depois do Mickey, os outros são os outros e só. A gente até tentou durante um tempo incentivar outros programas, para a hora da televisão, mas totalmente em vão.
Foi então que relaxamos e seguindo o conselho daquele velho ditado que fala que se não pode com o inimigo junte-se a ele, resolvemos tirar partido dessa paixão, e conseguimos vários desenhos da casa do Mickey Mouse em português (do Brasil, claro!).
Foi quando o Goofy finalmente virou Pateta, e vez ou outra me surpreendo escutando do pequeno uma palavrinha nova, daquelas que ainda não tinha tido oportunidade de ensinar.
E eu que sempre tive minhas teorias sobre televisão, personagens, e todo o reclame comercial desse tipo de “produto”, reconheço que a babá eletrônica (usada com moderação!) também pode ter um lado educativo.
Porque não?
 A final, nem tudo é preto ou branco na vida, né?

desculpas, teorias, video e até breve

Estou trabalhando num projetinho que anda dominando meus pensamentos e ideias, por isso a falta de posts elaborados, comentários e visitas nos bloguinhos amigos. Sorry…

Lembram da série que fiz sobre birras? Pois é ultimamente estamos colocando (ou tentando colocar) em prática aquelas super dicas de como lidar com as birras….  Tanto,  que tenho fragmentos de um post arquivado em algum lugar da minha cabeça, teorias… sobre teoria x prática, que quero resgata-la em breve (espero encontra-la quando chegue o momento) e dividi-la com vocês.

Enquanto isso… deixo mais um video engraçadinho da versão músico (e da versão gostosa) do meu petit.

Até breve!!

Fatos & Fotos

Ele caiu, ficou com a cara toda ralada, chorou um pouco na hora, mas já quis correr, chutar, pular, brincar depois de 3 minutos.
Porem, quase 3 dias depois a mãe ainda não consegue segurar o impulso de colocar cara de pena e encher de beijos curativos cada vez que olha essa carinha machucada.

No táxi a caminho do dentista (odisseia que hei de relatar algum dia aqui no blog). Filhote pergunta: Que isso mamãe? – É a torre Agbar, filho. – Ahhhhhh…
Essa foi só uma das milhares de respostas dadas ao longo do caminho.

Torre Agbar – Barcelona – Foto google images

De noite, em casa, brincando com as peças de “construção”…

– Papai, papai! Olha, a torre Agbar:

(fala sério, dá pra não morrer de amor?)
Tive o prazer de conhecer a Pati, o Junior, a Sonica (mãe, pai e avó) e o próprio (simpaticíssimo e liiiiiiiindo) Pedro.
Foi um encontro super rápido, que depois recapitulando tive a sensação de ter deixado a maioria dos assuntos pela metade (quem sai com uma criança de quase 3 anos há de me entender…).
Mas que ficou uma sensação gostosa de agradecimento à blogosfera por essa oportunidade de conhecer pessoas tão legais, com gostinho de quero mais e uma constatação: mamães de bebês pequenos, aproveitem, viagem, passeiem, marque com os amigos, é infinitamente mais fácil enquanto eles são pequenos.Pati,
Espero repetir algum dia desses, aqui, na Holanda, em Sampa ou em algum outro lugar desse mundão. beijo grande.

Quiz (a resposta)

Antes que o filhote leia os comentários e crie um trauma do tipo: “ninguém me entende”… Vou logo assumindo minha parte de culpa. Afinal, podia ter dado mais pistas, podia ter explicado que a musica é do Bob Marley, mas ele estava cantando a versão do Gil… acho que isso explicaria tantos Uhus e facilitaria a adivinhação.

Mas mesmo assim, a Jussara, a Sofia, a Mari e a Natalia acertaram. Parabéns meninas! Mandaram muuuito bem!

Essa brincadeira me fez lembrar um post que faz tempo que estou querendo escrever sobre como é difícil entender uma criança que aprende 3 idiomas a la vez, português, catalão e castelhano (sem contar o inglês, que ele canta muito bem, cof cof cof). Mas vou deixar pra volta, já que estamos indo passar uns dias na Itália, assim ele refresca a memoria dos diálogos em italiano com os primos… e bagunçamos um pouco mais a cabecinha do nosso petit poliglota.

Arrivederci!

Pra quem ficou curiosa coloco o video com a musica original de fundo, pra não ter erro!

Qual é a musica?

Essa é uma grande oportunidade para o leitor do blog astronauta mostrar seu conhecimento musical (ou o domínio de entender o criancês).

Vou dar uma pista, porque acho que não vai ser muito fácil…

é um reaggae bem conhecido do Bob Marley… e os ultimos segundos do video é o nome da musica.

com 7 notas maestro:

Qual é a musica?

MEU!

Já faz um tempinho começamos com outra “fasezinha dureza” a fase do MEU!

“Isso é meu, aquilo é meu… Tuuuuuudo é meu!”

É tanto meu, que o “meu” faz parte do vocabulário obrigatório em quase todos os diálogos…

“Meu gosta isso, mamãe?” ou “no me agrada meu não!” … e por aí la vai.

Acho que todo mundo sabe que é só uma daquelas fases que passam, que é parte do desenvolvimento dos nossos pequenos e quanto melhor lidamos com essa fase, melhor podemos ensinar-lhes a compartilhar e a lidar com a frustação de não poder ter tudo.

…mas na prática e na intenção de querer sair sempre bonita na foto de mãe do mês, muitas vezes esquecemos que é um comportamento normal da idade e “exigimos” um rápido aprendizado de boas maneiras, sem entender que eles ainda não estão preparados para tal…

E já que a palavrinha do dia é compartilhar… Compartilho com vocês uma tradução-resuminho de um texto que encontrei sobre o assunto e que estou super-totalmente de acordo.

Aprendendo a compartilhar

As crianças demonstram muita resistência à compartilhar seus brinquedos, de fato, é comum ver como tomam posse deles, mesmo quando não estão usando. Esse comportamento é parte do seu desenvolvimento, até 6 anos, as crianças estão numa fase em que eles são muito focadas em si, são eles próprios e o mundo à sua volta.

A partir de um ano e meio ou dois anos começam a desenvolver sua própria identidade e desenvolvem também o sentimento de “pertencer”. A famosa frase: isso é meu, faz com que eles sintam que tem algo de controle no ambiente que está, e isso aporta segurança. A incapacidade da criança de compreender o outro ponto de vista e o sentido de tempo limitado, gera a dificuldade de entender que se ela empresta alguma coisa, continua sendo dela e que voltará.

Além disso, cerca de dois anos de idade, as crianças ainda não estão interessados em brincar com outras crianças. Podem aproximar-se, beijar e abraçar, mas jogam individualmente. É comum vê-los juntos em um só espaço, mas com um jogo “paralelo”, ao lado do outro, mas cada um na sua.

Dicas para ensinar a compartilhar.

Pactuar com a criança quais os brinquedos ele vai querer compartilhar o quais não para guarda-los. Se ele não quer compartilhar nenhum, sugerir brinquedos específicos para brincar em “grupo”, explicando que é legal brincar com o outro… mas sem obrigar.

Adquirir brinquedos de grupo. A criança deve ter os brinquedos que incentivam o jogo cooperativo, como blocos de construção, bolas, marionetes … Também podemos começar a ensinar a que cada um tenha sua vez.

Brincar de compartilhar. É importante que eles vejam que também compartilhamos nossas coisas. E é claro que não podemos esquecer de dar exemplo já que as crianças aprendem muitas coisas por imitação

Ajudar a encontrar soluções e ensinar a jogar por turnos, sorteio quem joga primeiro … sem esquecer que até os 6 anos são pequenos para entender certos conceitos.

Apoiar e elogiar quando vemos que nossos filhos começam a compartilhar suas coisas espontaneamente, dessa menira fortalecemos e reforçamos este tipo de comportamento.

!

Antes de três anos de idade não deve forçá-lo a compartilhar ou dividir os brinquedos sem o seu consentimento, isso pode levar a que eles se sintam inseguros e tornam-se mais egoísta. Se você obriga a compartilhar, você não está levando em conta seu modo (egocêntrico e normal para sua idade) de pensar nem respeitando seus sentimentos. Respeita-lo, faz que ele tenha mais confiança nos outros e estimula o desejo de compartilhar.

Texto daqui:

Run João Run!

Tempo, tempo, tempo

Depois de mais de dois meses de tempo de férias e de tempo sem tempo pra férias e de tempo intensivo de brincadeiras, conversas, espadas, bolas, bagunça, broncas, parque, televisão, passeios, sorvetes, primos, praia, festa, alegria, sustos, birras, bicicleta, skate, musica e etc, etc, etc… e etc.

Confesso: Estou feliz de que finalmente tenha acabado essas intermináveis férias.

Aprendi que não é fácil acompanhar o tempo todo um serzinho de 2.9 anos de pura energia! (e que não tem problema nenhum reconhecer isso.)

Estou feliz de ter tempo (e silêncio) necessário pra me dedicar às minhas coisas.

Ainda estamos em período de adaptação, nós e ele…

Mas com uma deliciosa sensação de que tudo está acontecendo no tempo certo.

::Em tempo: 
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Pra ficar registrado

Quando ainda era um bebezinho ele dormía 2/3 da noite no mini-berço ao lado da nossa cama e na segunda mamada, já de madrugada, quase sempre acabava ficando na cama com a gente e acordávamos juntinhos…

Com 8 meses ele foi dormir no quarto dele e fazíamos “viagens” de ida e volta do quarto dele para o nosso (as vezes poucas e outras vezes muitas) durante toda noite.

Com 1 ano e 3 meses mudamos a rotinazinha que tínhamos na hora de dormir: trocamos o infalível método peito e colo, por um colchãozinho ao lado do berço, historinhas, carinhos sem ter fim e um super cuidado pra ele não acordar ao sair do quarto.

Com 1 ano e 4 meses, ele finalmente começou a dormir a noite toda. (Aleluia!) E de lá pra cá foram infinitas histórias contadas por mim, pelo pai e pelo próprio, naqueles 30 minutos (as vezes mais) de pré-sono, e tiveram noites de pegar no sono agarradinhos, noites de morrer de rir ao escuta-lo contar como foi o seu dia, noites de “hoje não tô afim, dorme logo porelamordedios“, noites de ficar fazendo cócegas só pra escutar aquela risada deliciosa, noites e noites e noites.

E só pra ficar registrado, com 2 anos e 8 meses, o filhote dorme sozinho, (so-zi-nho!) ele dá boa noite, eu ou o pai o acompanhamos até a cama, perguntamos se ele quer um copo de leite, quase sempre diz que sim, algumas vezes quer que a Preta fique no quarto com ele, outras quer dormir com a vaquinha, ou o hipopótamo, algumas vezes não quer nada e nos dá um beijo de boa noite, deita e dorme.

Fim

Foto de Arquivo: Março/2010

El petit skater

Como enlouquecer um atendente de telemarketing

Tem pouco tempo que colocamos telefone fixo em casa, o João que não conhecia essa “nova tecnologia” ficou encantando, a primeira vez que tocou ele tomou um susto danado mas depois ficou bem atento para ver como “funciona”.
Ainda não passei o numero de casa pra ninguém, mas o telefone insiste em tocar, (piada interna: alguém tem que trabalhar no mês de agosto em Barcelona) e são eles os telemarketeiros que insistem, insistem e insistem.

… Na hora do almoço, na hora da soneca da tarde do filhote, na parte mais legal do filme, no sábado de manhã…
trimmmmm

“- Desculpa, mas agora não posso falar.
- Não importa, senhora, te ligamos mais tarde, em 15 min. está bom pra você??¿?¿?

- Não me interessa! Não, não me interessa! Não me intereeeeeeeessa!”
Quantas vezes teria que repetir -Não me interessa!- para que eles entendam que de verdade não me interessa??

Isso me irritava profundamente, até que descobri uma formula fantástica de transformar uma ligação chata em uma brincadeira divertida (pelo menos desse lado da linha).

O telefone toca.

A mamãe fala:

- João é pra você.

O pequeno todo sorridente, vai correndo atender…

Do lado de cá, escutamos frases e palavras soltas.

Hola!

não, num tá no! … si? …
hummm… o tiem… no! o Tiem (trem) si… e a bici também…
não, num tá no!
Oooooh… si… si..

silencio

Adeu.

e desliga o telefone.

Fica a dica!

Pro dia nascer feliz!

Hoje de manhã ele acorda, vem pra minha cama e me enche de beijos.
Morro de amor e falo pra ele que a mamãe o ama, muito, muito, muito.
Infinito!!!!

Ele responde:

E o João também “infinito y más allá”.*

Existe maneira melhor de começar o dia?

*Resposta inspirada na frase do Buzz Lightyear em español: “hasta el infinito e más allá”

Férias de mim

E os meus meninos (marido e filho) tiraram férias de mim e não deixaram nem a cachorra pra contar a história, a família quase completa embarcou ontem, direção Menorca, para passar o verão da melhor forma que se pode passar, mar azul, primos, bola, piscina, sorvete e bicicleta.

Eu, que não pude tirar o mês inteiro de férias fiquei! Mas estou bem, obrigada!

Claro que na hora da despedida deu um aperto quando ele apontou o lugar da mamãe no carro “aqui mama, aqui”, mas quando o papai explicou que a mamãe vinha depois, daqui a uns dias… ele fez cara de não entender muito, pra logo depois abrir o sorrisão e repetir a frase da semana: o barco! o barco grande, grande!

“E lá vai nosso astronauta descobrindo feliz que seu Universo tem
todas as cores que ele quiser inventar” (Ziraldo)

Claro que já estou com saudades, mas é uma saudade gostosa, que sabe que papai e filhote estão se divertindo, que merecem aproveitar cada minuto das férias e merecem esse tempo pra eles dois.

Assim como eu também mereço essas férias de mim.

Dormir tarde, acordar tarde, sair com as amigas, poder tomar todas no jogo do Brasil e sair pra comemorar depois, (I hope!), ser um pouco irresponsável e ir a praia ao meio dia, e esquecer um pouco do relógio e da rotina…
Me sentir livre, leve e solta e daqui a uma semana, ir pra lá matar a saudade, curtir os meus meninos e ficar sanduíche de gente com eles.

Esse comercial, a cara do verão de Menorca, é pra deixar todo mundo de água na boca.

Sónar Kids – O retorno

Quando contei para alguns amigos que no fim de semana levaríamos o João para a 2ª edição do Sónar Kids, todos fizeram o mesmo comentário. “Ah, esse ano ele vai curtir ainda mais.”

Eu, mãe de um garotinho de 2 anos já a 6 meses, não criei grandes expectativas, porque sei que nessa idade, até mesmo o programa mais divertido não significa diversão garantida.

A proposta do Sónar é diversão, tanto para os pais quanto para os pequenos. Oferece para os “grandes” bons DJ, e a oportunidade de passar o dia com musica “de adulto” mas acompanhados dos pequenos e exclusivamente para eles, opções variadas de workshops relacionadas a arte, musica, esportes…

O mais legal do sónar, pro João, foi sem duvida a aula de skate, e o mais chato do Sonár foi que o programa mais legal, não durou nem 10 minutos, e como se explica pra um garotinho de 2 anos que pra ele brincar mais, teria que pegar aquela fila imensa e talvez demorar uma hora ou mais, para repetir uns míseros 8 minutos?

É um festival bem bacana, o João se divertiu e a gente… também, já que deu pra tomar algumas cervejinhas e até pra dançar um pouco, num esquema relativamente tranquilo…

Mas dessa vez, senti falta de ter combinado com outros amigos pais, de ter juntado uma turma e assim, (talvez), naquela hora do chillout, o filhote tivesse se entretido brincando com os amiguinhos enquanto nos dava um descanso e nos permitia pedir um mojito e relaxar na grama ao som do DJ bacanérrimo que estava rolando por lá.

Mas… na vida real, bem na hora em que ansiávamos um descanso, o João se entediou e inventou a brincadeira mais chata da história, que consistia em não querer estar com a gente, sair, virar a esquerda, depois a direita, dar meia volta, marcha ré, pegar a contra mão para depois de alguns minutos, lá no meio da muvuca fazer cara de perdido e chamar… mamãe? Maaaamiiiii, Mamãe! E ai da mamãe se não aparecesse em poucos segundos.
Então na sequencia fazia cara de surpresa ao me ver, dava meia volta e começava tuuuuudo de novo.

No final o resultado é cansativo mas positivo, mesmo sabendo que chegar em casa exaustos, com vontade de ligar a televisão e desconectar vendo um jogo qualquer da copa seja missão impossível já que o pequeno ainda elétrico, ligado na pilha duracell tem pique pra mais umas quantas horas de bagunça.

Meu peixinho

Já tinha comentado por aqui que o João ama a piscina, eu sabia pelos comentários da educadora e também pela maneira eufórica e feliz que (na maioria das vezes) ele está quando eu vou busca-lo na esquina da escola, no dia da piscina.

Mas até então não tínhamos tido a oportunidade (obviamente não por falta de vontade) de assistir a “aula de natação” do João.

Mas hoje foi o grande dia, o dia de vê-lo nadar.

E é doido porque passei a semana meio ansiosa esperando o dia do grande evento… E na hora H ao vê-lo saindo do vestiário com a toquinha na cabeça e a toalha na mão, não aguentei e dei aquela choradinha básica, tão comum em mim. Nem sei direito o porque do choro, um pouco por emoção e orgulho de ver o meu petit tão menininho grande e um tanto porque de vez em quando ainda é um baque perceber a evolução das novas aventuras e que ele está inevitavelmente crescendo.

Passado o surto sentimentaloide, sem querer prolongar o papelão, enxuguei as lágrimas e me juntei ao grupo de pais/tietes, todos munidos de celulares, maquinas fotográficas e filmadoras e que desde a arquibancada chamavam, davam tchau e mandavam beijos, enquanto os toquinhos de gente lá embaixo retribuíam com sorrisos.

Sinto muito pelos outros papais, mas não dá pra ser imparcial nessas horas, o João era de longe e sem sombra de duvida, o garotinho mais simpático, alegre e melhor “nadador” daquela piscina. Ele pulou, bateu perna, riu, deu voltas, mergulhou, e cada vez que fazia alguma coisa nova, gritava da piscina, “mira papi, mira mami…”.

…Como se precisasse avisar.. como se pudéssemos em algum momento daquela meia hora desgrudar o olho dele….

Se é que vocês me entendem…